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terça-feira, 21 de agosto de 2012

RESENHA: Nick & Norah, de Rachel Cohn e David Levitan


Título: Nick e Norah - Uma Noite de Amor e Música
Autores: Rachel Cohn e David Levithan
Editora: Galera Record
ISBN: 8501085405
Páginas: 224
Ano em que foi Publicado no Brasil: 2009
Título Original: Nick & Norah's Infinite Playlist
Ano da Publicação Original: 2006




Nick & Norah é um daqueles livros "comprei-por-acaso-e-acabei-me-apaixonando". Na verdade, eu diria até que é meio difícil de não se apaixonar, mas melhor deixar quieto porque muitas pessoas disseram que nao gostaram.

Ele conta a história de Nick(um garoto legal,baixista de uma banda punk, que acabou de levar um pé na bunda da namorada e está arrasado por causa disso) e Norah (uma apreciadora de música punk, que também tem problemas com um ex-namorado e que tá meio perdida na vida), que por acaso se encontram no mesmo bar na mesma noite. E eles se "conhecem" quando Nick a pede para fingir ser sua namorada por 5 minutos, para despistar a já mencionada ex-namorada devastadora(que está com um acompanhante a tira-colo). E eles se beijam, um primeiro beijo especial e perfeito que faz com que eles acabem se apaixonando um pouquinho um pelo outro. Então eles vão juntos noite a dentro, se conhecendo melhor e descobrindo que tem muito em comum, fazendo loucuras e se apaixonando mais ainda.

Cada capítulo é contado do ponto de vista de um deles. Norah é uma personagem fofa, ela está totalmente perdida na vida e bem confusa, é precipitada nas ações mas consegue ser muito, muito divertida. Já o Nick é o típico menino-perfeito-de-livro, toca na banda gay mas é totalmente hétero, escreve canções romanticas e tem um humor sarcástico hilário.

Juntos eles se completam, e vão ajudando-se mutuamente a superar as mágoas nas quais estão ambos meio afundados. Eles vão, aos poucos, se encontrando, e isso foi sem dúvida o que eu mais gostei na história.

Os personagens secundários também são incríveis, eu adorei o Dev e o Thom e daria qualquer coisa para conhecer o Toni, um travesti amigo da Norah que usa uma fantasia de coelhinho da playboy. Até a Tris, a ex-namorada do Nick, consegue ser legal.

A narrativa é cheia de referências musicais, mencionado músicas, bandas e musicais, e isso deixa a história ainda mais interressante. O único problema é que os diálogos são recheados de palavrões pesados, e por isso muitos acham que o livro nao deveria ser recomendado para jovens.No meu caso, os palavrões não incomodaram nem um pouco.

O livro foi adaptado para filme, com o Michael Cera como Nick e a Kat Dennings como Norah. Mas, pelo que dá para perceber pelo trailer, os produtores mudaram muita coisa e deram mais papel para os personagens secundários. A história também ja começa bem diferente, porque no filme é a Norah que pede ao Nick para fingir ser seu namorado e nao o contrário.

A Rachel Cohn e o DAvid Levithan são uma dupla dinâmica perfeita, e eu espero ter a chance de ler algum outro trabalho deles em breve (eles também escreveram juntos Naomi and Ely's No Kiss List e Dash & Lily's Book of Dares .

terça-feira, 31 de julho de 2012

RESENHA: Twenty Boy Summer, de Sarah Ockler


Nome:Twenty Boy Summer
Autora: Sarah Ockler
ISBN-13: 9780316051583
Editora: Little, Brown Books for Young Readers
Data de publicação nos Estados Unidos: 5/1/2010
Número de Páginas: 290


Twenty Boy Summer conta a história de Anna e Frankie, duas adolescentes que vão passar o verão em uma praia da Califórnia. As duas sofreram um trágico acidente no ano anterior, no qual o irmão de Frankie falecera, e ainda estão meio desestabilizadas pelo que aconteceu.
Para que Anna tenha seu primeiro ‘romance de verão’, elas programam conhecer um garoto por dia, para terem assim O Melhor Verão de Todos.
Mas,o que sua melhor amiga não sabe é que Anna já teve seu grande romance de verão, e que ele acontecera com ninguém menos que Matt, pouco tempo antes da fatídica noite. Sem conseguir esquecê-lo, ela embarca na aventura com o objetivo de tirá-lo da sua cabeça e tentar, em fim, seguir em frente.


É meio difícil resenhar um livro que me deixou tão decepcionada, especialmente depois de ler críticas tão positivas.Essa sinopse me passa a ideia de ser uma comédia romântica, sobre as aventuras das duas procurando garotos. Mas, na realidade,o livro se foca muito mais na dificuldade que a personagem principal tem de esquecer o ex-amor, e da dificuldade que é guardar segredos de sua melhor amiga.

A história é contada em primeira pessoa pela Anna, que é uma personagem bem dinâmica e divertida. Ela tem muitas semelhanças com a Lennie, de O Céu Está em Todo Lugar (um livro lindo escrito pela Jandy Nelson). Ambas são tímidas, viviam meio ofuscadas por outra pessoa (no caso, pela amiga Frankie), gostam de ler e vivem escrevendo seus sentimentos em papéis.

Twenty Boy Summer também caracteriza a morte de forma semelhante à O céu está em todo lugar, as protagonistas de ambos os livros acreditam que a pessoa que perderam as está vigiando e cuidando.

Um grande problema que complicou a leitura é a personagem Frankie. Ela é a típica menina superficial, metida e fútil que podemos encontrar em alguns livros. Frankie vive pressionando a Anna, tentando convencê-la a fazer seus desejos e, em muitas partes da história, ela me irritou profundamente.

O outro ponto negativo do livro é a falta de emoção que ele provocou. Em nenhum momento eu me emocionei com a história da Anna, porque a autora deixou um pouco a desejar nesse quesito. Para mim, um livro deve trazer muitas emoções à tona, nos deixando comovidas e até triste quando terminado. Talvez tenha realmente sido uma questão de tê-lo lido na época errada mas, infelizmente, TBS não conseguiu fazer comigo o que muitos livros ja conseguiram fazer.

A capa do livro tem um significado lindo, que é explicado no decorrer da história. O título, porém, eu não acho muito adequado. Ele e a sinopse oficial se focam muito no ‘combinado’ que as meninas fazem; algo que, no decorrer da história, nem tem tanto destaque.

Aqui no Brasil, o livro será publicado pela Editora Novo Conceito até o fim de 2012, mas ainda não tem data prevista.

Por fim, acho que Twenty Boy Summer é um livro divertido e fácil de ler (o nível de inglês também não é muito avançado), mas deixa muito a desejar (ou, pelo menos, para mim deixou). Eu que tinha grandes expectativas, fiquei bem decepcionada – mas talvez, quem lê-lo mais despretensiosamente achará a história mais cativante.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Jogador N° 1, de Ernest Cline






Nome: Jogador N° 1
Autor: ERNEST CLINE
Editora: Leya
Número de páginas: 464
ISBN: 9788580442687
Ano em que foi publicado no Brasil: 2012
Nome original: Ready Player One








Guerras. Falta de energia. Crises de fome.
É nessa situação que o mundo se encontra em 2044. E, em meio ao caos instalado, os cidadãos passam a usar sua vida inteira em prol de um videogame.

Wade Watts não é excessão; assim como o resto da população, ele passa todas as horas livres de seu dia no OASIS - uma utopia virtual muito realista. Passeando por milhões de planetas, lutando contra monstros e conhecendo avatares de todos os tipos (de pessoas a elfos, seres mitológicos, magos e samurais), Wade foge de sua triste realidade.

O maior mistério do jogo, porém, é o grande Easter Egg de Halliday. Uma série de pistas e enigmas inspirados na década de 80 (época por qual o criador do jogo era apaixonado)está escondida em algum lugar do gigantesco mundo virtual, e o prêmio para o primeiro que as solucionar é a gigantesca herança do dono, James Halliday, que morreu sem herdeiros.
A caça, porém, já está rolando há cinco anos,e nenhum avatar conseguiu encontrar a primeira chave. Quase todos os caça-ovos já perderam as esperanças.

Até que, de repente, Wade soluciona o primeiro enigma, e o mundo inteiro volta-se para acompanhar seus passos e os dos outros milhões de caça-ovos, todos estudadiosos dos símbolos de Halliday e conhecedores das milhares informações sobre os anos 1980.
O jogo, porém, logo se torna em uma perigosa jornada para ele e, em meio a tramas, chantagens e perseguições, Wade logo percebe que a única forma de salvar sua vida e o futuro do jogo é vencer a caça e encontrar o "Ovo" de Halliday. E, para isso, ele terá que deixar a existência virtual para trás e encarar a vida real e o amor- coisas do qual sempre fugiu.

O livro é recheado de curiosidades e informações sobre os anos 80. Entre bandas, filmes, jogos e seriados de TV, o leitor descobre muitos fatos interessantes outrora desconhecidos, e assim entender melhor a época.

A sociedade criada por Ernest Cline é genial, um espelho do que o planeta pode virar se continuar avançando nessa direção. Em meio a tantas catástrofes, a única forma que a população encontrou de escapar é mergulhando no mundo virtual, e com isso muitos perderam até mesmo a capacidade de se relacionarem entre si.

O romance presente no livro é bem discreto e serve apenas para acrescentar detalhes à história. Em meio a tantos lançamentos com temas sobrenaturais e triângulos amorosos é interessante ler um livro que foge do padrão comum e que incorpora o tema não muito explorado dos videogames.

O único problema do livro se encontra na narrativa, que em algumas partes se torna lenta e maçante demais. Felizmente, esses trechos não são longos nem constantes, e de resto a leitura flui maravilhosamente bem.

O autor, assim como o Halliday do livro, é um geek de carteirinha que adorava os anos 80. Após anos de pesquisa e de um trabalho como roteirista, o livro foi sua forma de encantar os leitores com seu conhecimendo nerd, e levar essa cultura muito interessante àqueles que antes a desconheciam.

Jogador N° 1 é um livro cativante que, além de entreter o leitor com curiosidades de uma época não muito explorada no ramo literário, também nos faz pensar no futuro do planeta e,principalmente,como é preciso mudar nossos hábitos atuais(como o vício em eletrônicos) para evitar um futuro desastroso.

domingo, 18 de dezembro de 2011

RESENHA: Academia de Princesas, de Shannon Hale


Academia de Princesa
Autora: Shannon Hale
Editora: Galera Record
271 paginas
Ano: 2010
Quando peguei Academia de Princesas para ler, achei que seria algo bobo e fútil, meio no estilo 'O Diário da Princesa'. Bom, só posso dizer que fiquei muito impressionada ao perceber o quanto esse livro é maravilhoso!

Ele conta a história de Miri, uma menina de 14 anos que mora em um pequeno vilarejo da Idade Média. Ela era a 'ovelha negra' do Monte Eskel, pois, devido ao fato de ser tão forte e meusculosa como os outros moradores, era a única que não trabalhava na pedreira (a maior fonte de renda do vilarejo).
Como seu pai nunca permitiu que ela realizasse seu sonho, que era trabalhar nas pedreiras, Miri nunca alimentou muitas esperanças para o futuro. Até que, um dia, vem uma ordem real dos padres da planície: a futura rainha do príncipe deveria ser uma menina do Monte Eskel. Como nenhuma das garotas do vilarejo havia freqüentado uma escola, elas são obrigadas a se mudar para a 'Academia de Princesas', onde serão treinadas até que o príncipe esteja pronto para escolher uma delas como rainha.
O enredo se desenvolve na mudança drástica na vida de Miri e das outras garotas. De uma hora para a outra, elas deixam de ser trabalhadoras e passam a se imaginar como as futuras princesas de seu reino, além de aprenderem diversos valores e ensinamentos que muitos do Monte Eskel nunca tiveram a oportunidade de aprender.

Pessoalmente, não consigo encontrar nenhuma falha no livro. O enredo é muito bem construído e a narrativa flui muito bem.

A Miri é uma personagem muito fofa, ela sempre quis trabalhar na pedreira mas seu pai nunca a permitiu. Então, quando tem a oportunidade de ir para a Academia, ela se esforça ao máximo para mostrar que também pode ser útil ao seu povo.

O desfecho final é muito inesperado, mas eu fiquei muito satisfeita com a forma que aconteceu.  A autora foi muito criativa e não sobraram lacunas nem pontas soltas.

Infelizmente,  'Academia de Princesas' é um volume único não tem continuação, eu adoraria saber mais sobre as aventuras de Miri.  Mesmo assim eu recomendo-o totalmente,  e já estou a procura dos outros livros teen da Shannon Hale (ela já publicou vários!)

terça-feira, 22 de novembro de 2011

RESENHA: Forgive my Fins, Tera Lynn Childs

Quem está acompanhando o blog constantemente deve ter percebido, a partir dos diversos 'Desejados' e 'Essa Semana', que sou apaixonada por Forgive my Fins. Depois de muuito esperar, consegui encomendar o livro pela Amazon, e ele conseguiu ser mais maravilhoso do que eu esperava!


Nome: Forgive my Fins
Autora: Tera Lynn Childs
Editora: Katherine Tegen Books (linha teen da HarperCollins)
Páginas: 293



O livro conta a história de Lily Sanderson, uma menina que guarda um gigantesco segredo. Ela é uma sereia, mas não uma simples sereia:seu pai é o rei de Thalassinian, o reino submarino, e ela é a proxima herdeira na linha de sucessão.Desde que descobriu que sua mãe havia sido uma humana, e não uma sereia como ela acreditava, Lily resolveu morar com sua tia na terra para descobrir mais sobre o passado de sua mãe, e têm frequentado o Seaview High School, onde conheceu e se apaixonou por Body (o capitão da equipe de natação e objeto de desejo de todas as meninas da escola.)
Certo, até aí a história parece ser bem comum. Mas acontece que, no reino das sereias, não há algo como um simples affair ou encontros casuais.No momento em que uma sereia beija alguem, eles formam um elo para a vida toda (ou bond, como é chamado no livro), e permanecem unidos para o resto de suas vidas.
Até que, após uma tentativa #fail de se declarar para Quince, Lily acidentalmente beija seu vizinho motoqueiro insuportável Quince, que tornou seus últimos 3 anos em um inferno.Ela terá que fazer de tudo para conseguir a separação do seu vinculo com Quince antes da próxima lua, que tornará o bond mais forte do que nunca. Só que agora ela começou a ter sentimentos estranhos em relação ao Quince, será que é apenas a magia do "bond" fazendo efeito?

O fim do livro já está obvio desde o começo; está claro o que vai acontecer e acredito que ninguém tinha duvidas disso. Mas, mesmo sabendo que tudo acabaria bem no final, não consegui evitar de cruzar os dedos e torcer para que Lily fizesse a coisa certa (pelo menos uma vez na vida)! A história flui maravilhosamente bem, a mitologia criada por Tera é incrível e muito bem explicada e eu adorei a forma como tudo acontece.

Lily é uma personagem divertida, ela nutre uma paixão por Brody há anos mas nunca consegue reunir coragem para se declarar. O livro é narrado em primeira pessoa por ela, então podemos sentir em primeira mão todas as suas emoções e pensamentos , deixando o livro muito mais divertido.
Lily vive usando expressões e girías das sereias( como 'Like that arrogant blowfish'), e são tão engraçadas que me fizeram ter ataques de riso histérico no meio da leitura! Elas deixam o livro muito divertido.

O único problema que me irritou bastante é a negação da Lily. Ela não consegue perceber o que está na frente de seus olhos, e cisma em esconder e negar seus sentimentos pelo Quince. É plauzível, ela não quer admitir que se apaixonou, mas acho que a autora não precisava ter forçado tanto nesse sentido.

E por falar em Quince... Não existe garoto mais perfeito! Ele é um amor, está sempre ajudando e protegendo a Lily e lida super bem com o fato de ela ser uma sereia. Não tem como não se apaixonar por ele ♥.

A capa é linda e o hardcover tbm(tem fotos dele aqui. Os capítulos são iniciados com desenhinhos de ondas e a diagramação está maravilhosa!


Me apaixonei pela narrativa da Tera, quero muito ler outros livros dela (ela publicou a série 'Oh my Gods' e uma outra que não lembro o nome). A continuação de Forgive my Fins é Fins are Forever, que eu quero muito ler! O Epílogo é muito misterioso, nos deixa pensando 'OH MEU DEUS, O QUE É ISSO!?', vou comprar assim que possivel.

Esse livro será lançao pela Editora ID (como eu mencionei aqui). Felizmente a capa original será mantida, mas o nome (que eu acho super criativo, significa Perdoe-me por minhas Barbatanas) foi traduzido como No Fundo do Amor. É uma pena...

Sobrou alguma dúvida de que o livro é maravilhoso? Super recomendo!



Super Quotes:
I laugh. "You named your motocycle Princess?"
"What can I say?" he teases. " I call all my favourite things princess"
Drawing on the magical powers of my people, I picture mu iridescent scales dissolving completely away and pale pink skin appearing in its place. Why couldn't I be lucky enough to be born with a tan?
Quince said once that love is the strongest magic in the world.Now I know he's right.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

RESENHA: Minha vida fora de série, de Paula Pimenta


Título:Minha vida fora de série (1° temporada)
Autora: Paula Pimenta
Série : Minha vida fora de série
Editora: Gutenberg
Páginas: 405













Fazendo meu Filme deve ser um dos livros infanto-juvenis brasileiros mais famosos que existe. 9 a cada 10 leitores amam, e nunca li uma resenha negativa.
Eu , pessoalmente, nunca me interessei muito, a história não me parecia ser nada demais. Então, quando tive a chance de ler Minha vida fora de série ( da mesma autora, é como um início de FMF), não tinha grandes expectativas. Preciso dizer que estava completamente errada?

Minha vida fora de série conta a história de Priscila, uma garota de 13 anos que está vivendo uma época tumultuada de sua vida. Devido a separação dos pais, ela é obrigada a se mudar para Belo Horizonte, algo que traz diversas consequências para sua vida : cidade nova, escola nova, casa nova, amigos novos... E, como ela não conehce ninguém, acredita que será a pior parte de sua vida.
Mas ela logo percebe que sue 'nova vida' não é tão ruim assim, logo faz novos amigos que fazem com que ela se sinta em casa.

A sinopse original não explica nada sobre o livro, o que fez com que eu achasse que seria algo bem diferente! A história em si não é nada demais, achei bastante previsível.


A Priscila é uma personagem bem normal, ela é viciada por séries de TV, ama animais e adora passar 24h online no MSN. Nada diferente de muitas personagens de outros livros famosos.

O Rodrigo é o garoto perfeito, não tem como se apaixonar por ele! Canta, escreve poemas, ajuda ONGs de animais feridos, é super romântico... Ele me encantou desde os primeiros capítulos, e graças a deus posso dizer que ele aparece bastante! Quem quiser me dar um de presente me avisa, porque quero ele de presente!

O Léo é um dos melhores personagens do livro! Ele vive contando piadas, é meio imperativo e por isso nunca para de se mexer, é amigo de todos e está sempre de bom humor. Ele não aparece tanto quanto deveria no livro, mas acredito que tem um papel maior em FMF.

Vocês devem estar se perguntando: se a história é previsível e normal, porque você gostou tanto do livro? Simplesmente porque a Paula Pimenta é incrível! Ela escreve de uma forma que conquista você logo de cara e te faz ter vontade de continuar lendo para sempre! E ela escrece em primeira pessoa, que eu amo!
Cada capítulo também é iniciado com uma frase linda, inspirada nas séries que a Pri adora. E elas sempre tem bastante a ver com o que acontece na história, achei tão lindo!

A editora está de parabéns, essa capa é simplesmente maravilhosa! Adorei a diagramação do livro, há varios bilhetinhos, cartas, emails e sms que a Pri manda para as amigas.

Comecei a lê-lo na terça de noite e acaber quinta. Só não terminei antes porque não tive tempo de ler na quarta, senão ja teria terminado muito antes. Eu me emocionei em todas as partes mega românticas da Priscila com o Rodrigo, torci para que tudo desse certo e eles ficassem juntos, senti um frio na barriga(como a Pri ~ super íntima ~ menciona diversas vezes) nas partes emocionantes, e me matei de chorar e fiquei muito triste quando acabou!

Mal posso esperar para comprar FMF(que já está no 3° livro, o 4° e último lançará em pouco tempo), e estou torcendo para poder logo ler a "2° temporada" de MVFS!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

RESENHA: Sendo Nikki, Meg Cabot




Sendo Nikki
Título: Sendo Nikki
Autora: Meg Cabot
Série : Cabeça de Vento #2
Editora: Galera Record
Páginas: 319










Li Cabeça de Vento há muito tempo, e esperei ansiosamente pelo lançamento de Sendo Nikki. Porém(sim, sempre há um porém) fiquei enrolando e enrolando para comprá-lo, até que ganhei de presente de um amigo!

ATENÇÃO! Pode conter spoilers do primeiro livro da série.

Em ‘Sendo Nikki’, Emerson percebe ainda mais que se meteu em uma enrascada. Afinal, está sendo obrigada a viver a vida da famosa e popular modelo. Mas, diferente do que ela inicialmente imaginava a vida de uma super estrela não é nada fácil. Além de inúmeras sessões de fotos e entrevistas com jornalistas, ela precisa ajudar seu pseudo-irmão a encontrar sua mãe desaparecida, convencer Christopher que destruir a Stark Enterprises não é uma boa ideia e dar um jeito de acabar com todos os ex-namorados de Nikki, que estão dispostos a tê-la de volta.
Eu (como todos os fãs de livros lindos e românticos do mundo) sou apaixonada pelos livros da Meg Cabot e, novamente me surpreendi com a capacidade que ela tem de criar histórias incríveis! Reviravoltas impressionantes são apenas um dos pontos altos dessa narrativa maravilhosa.
Fiquei muito irritada com a Em no início do livro, ela não parava de reclamar de como a vida dela era injusta e como a Stark era uma droga. Mas depois ela melhora muito, e volta a ser uma personagem divertida.
Lulu continua com suas tiradas mega divertidas, que dão um toque divertido de humor ao livro! Não tem como não rir das bobagens que ela diz.
Bem, Christopher... Ele infelizmente demora para ficar mais divertido, mas depois volta a ser fofo e apaixonante! Aquele amigo super fofinho que você adoraria ter ao seu lado. A Em continua a suspirar por ele e passei o livro inteiro esperando ele se tocar que ela não estava morta.
O desfecho final é surpreendente,muito incrível e nos deixa sedentos por mais informações! Mal posso esperar para ler Runaway, que provavelmente só será lançado em 2012

Para aqueles que ainda não leram Cabeça de Vento/Sendo Nikki, tenho certeza que não se decepcionarão. Afinal, Tia Meg continua nos surpreendendo!

Sobre a autora:

Meggin Patricia Cabot, mais conhecida pela abreviação Meg Cabot ou Patricia Cabot ou pelo seu pseudônimo Jenny Carroll (Bloomington, 1 de fevereiro de 1967), é uma escritora estadunidense.
É mundialmente famosa por ser autora de mais de 60 livros, dentre os quais seu maior bestseller é a série de dez volumes O Diário da Princesa. Atualmente Meg vive com seu marido e sua gata de um olho só chamada Henrietta em Nova Iorque.
Quando jovem, Meg passava horas a fio lendo as obras completas de Jane Austen, Judy Blume e Barbara Cartland. Munida com seu diploma de graduação em Artes na Universidade de Indiana, Meg se mudou para Nova Iorque, com a intenção de seguir uma carreira de ilustradora autônoma. A ilustração, entretanto, logo cedeu lugar à verdadeira paixão de Meg - a composição literária
Atualmente, ela 39(!) livros publicados pela Galera Record

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

RESENHA: Hex Hall, Rachel Hawkins

Todo mundo tem um amigo apaixonado por fadas, bruxos e qualquer coisa do tipo. No meu caso, essa pessoa sou eu. Comece a falar de livros que eu te contarei sobre o novo lançamento que envolve seres mitológicos. Mencione Harry Potter e eu começarei a fazer feitiços mencionados nos livros. Faça uma festa a fantasia e eu irei querer me vestir com asinhas. Então, quando encontrei Hex Hall, a única coisa que consegui fazer foi pular de alegria!

Sophie é uma diferente das outras. Enquanto meninas comuns tentam conquistar os garotos que gostam da maneira normal, Sophie pode simplesmente fazer um feitiço do amor. Afinal, ela é uma bruxa! E, após um encantamento que dá errado, ela precisa ser mandado para um reformatório para bruxos, metamorfos e fadas chamado Hécate Hall. Como se o fato de ser nova em uma escola totalmente desconhecida não fosse o bastante, Sophie logo conquista um grupo de inimigas, se apaixona pelo bad boy popular (que tem namorada!) e precisa proteger sua amiga, que é a única vampira do campus e é considerada culpada pelos ataques que estão acontecendo contra algumas meninas do campus.

Bom, o que posso falar desse livro? A história é a mistura perfeita de sobrenatural, mistério e romance. A mitologia criada pela autora é muito bem explicada e criativa.
Sophie é uma das melhores protagonistas que eu já vi! Ela é super divertida e está sempre de bom humor. Adora fazer comentários ácidos e inteligentes, além de não ter medo de fazer o que é preciso.

Archie é o bad boy lindo típico de livros desse tipo, essa fórmula
escola nova + garoto irresistível sempre funciona ;)


O livro termina com um desfecho muito intrigante, quero muito ler o próximo! A continuação se chama Demonglass, e Spellbound será lançado em setembro nos EUA.

Acho as capas americanas muito mais bonitas, mas mesmo assim gostei da brasileira... Só fico pensando como vão fazer Demonglass, e se a editora vai seguir o mesmo estilo.
Minha recomendação é : leiam, releiam e releiam o relido o mais rápido possível!




Sobre a autora (sim, agora escreverei um pouco sobre os autores no final das resenhas!):

Rachel Hawkins tem 20 anos e abandonou seu cargo de professora para ter a chance de terminar o livro que sempre quis escrever. Seu primeiro livro, Hex Hall, foi o resultado de muita esperança. Ela se graduou na Universidade Auburn no Alabama e vive com seu marido e seu filho de 3 anos.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

RESENHA: Ruínas de Gorlan, de John Flanagan(Rangers #1)

Li esse livro há muito tempo, mas não escrevi resenha aqui no blog... Agora já estou no terceiro da série!
O livro conta a história de Will, um menino órfão que sempre sonhou em entrar para o exército de Araluen. Porém, ao ser recusado pelo mestre de armas, ele recebe uma oportunidade única: tornar-se aprendiz do misterioso Halt, que faz parte da ordem dos arqueiros. Assim, Will começa a treinar com espadas, arcos, flechas e a utilizar as sombras para tornar-se invisível ao olho inimigo. Mas nem tudo é tão simples quanto parece: ele logo recebe a perigosa missão de salvar o rei e, junto com Halt, parte para o desconhecido contando apenas com seus conhecimentos de arqueiro para sobreviver.
Acho essa história de arqueiros defensores do reino muito criativa e interessante, nunca havia lido nada desse tipo antes. No início eu demorei um pouco para entender as divisões territoriais dos condados (afinal, a história se acontece em 643), mas depois as coisas ficam um pouco mais explicadas.
Achei o Will um personagem muito carismático, ele fica muito decepcionado por não entrar na Escola de Guerra, mas mesmo assim se esforça para aprender o máximo possível nas aulas com Halt. Só eu o imaginei como um nerdzinho super fofo?
Já o Halt me irritou muito em algumas partes. Ele tem esse jeito calado, grosso e mal educado de ser, mas com o decorrer da história vai amolecendo e se transforma em um personagem legal e respeitável.
Achei a narrativa (em 3° pessoa) um pouco monótona em algumas partes, mas logo passa e a história volta a ter um ritmo acelerado. O problema é que o autor alterna o foco nos diferentes personagens a cada capítulo, então é preciso esperar um pouco para saber o que aconteceu com tal pessoa!
Adorei o livro, super recomendo e estou lendo os outros livros da série compulsivamente!

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

RESENHA: Artemis Fowl Graphic Novel, de Eoin Colfer

Artemis Fowl foi para mim uma grande decepção. Achei a narrativa chata e tediosa, as coisas demoravam a acontecer e a mitologia que envolvia a história não foi bem desenvolvida.

Mas eis que meu amigo se oferece para me emprestar Artemis Fowl na versão Graphic Novel (ou seja, em quadrinhos), e eu resolvi aceitar a proposta. Como nunca tinha lido nada nesse estilo não sabia muito o que esperar, e fiquei bem satisfeita!

Artemis Fowl é um garoto prodígio de apenas 12 anos,que infelizmente usa sua genialidade para o crime(como seus antecessores fizeram). Ele pretende recuperar a riqueza de sua família, e por isso desenvolve um plano brilhante junto com seu fiel mordomo Butler. Assim, Artemis captura a Leprechaun Holly Short, pretendendo trocá-la por ouro mágico.

Como a história é contada inteiramente em quadrinhos não tem como não comentar os desenhos! Eu achei o Artemis muito diferente do que eu havia imaginado na minha cabeça(para mim ele era loiro! ), mas gostei de como ele foi retratado. Achei a Holly e a Juliet muito bonitas, lembram personagens de uma revistinha que eu lia quando pequena. Infelizmente foi difícil de entender algumas partes porque a imagem estava muito escura(o livro inteiro é bem dark), mas deu para entender os acontecimentos usando o contexto.

Continuo achando muito legal o fato de Eoin ter escrito uma história focada em um vilão, é raro encontrarmos livros desse tipo.

Também adoro a idéia de misturar fadas e seres mitológicos com a realidade, e o autor criou uma mitologia muito interessante, relevando a idéia da existência de seres mágicos. Infelizmente algumas coisas não foram muito bem explicadas e o Eoin Colfer podia ter explorado mais essa ideia.

A dificuldade com a narrativa que tive no livro não aconteceu com essa Graphic Novel, e por gostei bem mais que o original. É bem fácil de ler, e para não confundirmos os pensamentos dos personagens cada um tem sua própria cor no balãozinho (coisa que facilitou muito o entendimento).
Por isso recomendo a todos que se decepcionaram com o livro: leiam a Graphic Novel, pois é muito melhor!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

RESENHa: Garota dos Sonhos, de Lauren Mechling


Garota dos Sonhos não fazia parte da minha Wishlist, mas achei ele interessante e resolvi comprar. Nunca li um livro que envolvesse sonhos e previsões do futuro, então tinha tudo para me deixar curiosa.
Claire Voyant(que significa ‘vidente’ em francês) sempre teve visões estranhas com coisas que ela veria mais tarde, mas isso nunca fez com que ela resolvesse um caso digno de detetives famosos. Até que ela recebe um lindo camafeu de presente de sua avó como presente de aniversário, que faz com que suas visões se transformem em algo mais importante e perigoso. Agora, além de sobreviver à nova escola e conquistar um garoto, Claire também precisa resolver o mistério que envolve a família de sua melhor amiga Becca.
Geralmente, quando crio grandes expectativas em relação a um livro não me decepciono. Mas com Garota Perfeita cai de cara no chão. Nada de importante acontece nas primeiras 100-150 páginas do livro, os sonhos não são bem explicados e a personagem acha completamente normal poder ‘prever o futuro’. O mistério em relação ao camafeu não é explicado e algumas coisas ficaram sem respostas.
Além disso, o suposto mistério que envolve os Shuttlewoth é ridículo e óbvio. Na verdade, não há mistério nenhum porque está claro desde o início.
E ainda tem a paixonite da Claire pelo Andy, que é o irmão mais velho da Becca. A autora realmente boiou nessa parte! As coisas acontecem rápido demais, e duvido que algo do tipo aconteceria na vida real. E a Sheila, que é considerada a grande inimiga da personagem é esquecida no final do livro e não sabemos o que acontece com ela e Claire no final..

A única coisa que salva o livro é a escrita da Lauren Mechling, que é divertida e faz com que a leitura seja bem leve.
A capa em si é linda (ela até brilha no escuro!) e eu adorei os nomes dos capítulos, mas a história em si é decepcionante.
A continuação se chama Dream Life e ainda não foi publicada em português

quinta-feira, 28 de julho de 2011

RESENHA: Anna e o Beijo Francês, da Stephanie Perkins


Quando ouvi falar de Anna e o Beijo Francês achei que seria apenas mais um livro óbvio com romance bobinho. Mas, assim que foi lançado resenhas animadas pipocaram em todos os blogs literários. Comecei a pensar que estava me precipitando e corri para conseguir comprar o meu.

Tudo que Anna queria era aproveitar seu último ano do colégio ao lado de sua melhor amiga Bridget e seu futuro namorado Toph. Mas seu pai parece ter outros planos em mente, e decide mandá-la para um internato em Paris. Claro que ela fica profundamente indignada com essa ideia, mas assim que chega percebe que sua nova escola não é tão ruim assim. Logo faz amizade com um animado grupo se amigos que inclue Étienne, o lindo garoto com sotaque francês por quem Anna se
apaixona logo de cara. Mas, como em todos os bons romances, um obstáculo a impede de receber seu ‘beijo francês’: Étienne tem namorada.

O livro é narrado em primeira pessoa (coisa que eu adoro) por Anna, que é uma personagem super carismática e divertida. Ela muda muito com o decorrer da história, perde suas inseguranças e medos de uma forma bem natural (odeio livros pouco-realistas).

E o Étienne... Bem, o que posso falar dele? É tudo que um garoto deveria ser: charmoso, divertido, companheiro, e está determinado a proteger a Anna de tudo que tenta afetá-la.

Não entendi direito o ódio de Anna por seu pai (um escritor muito parecido com o Nicholas Sparks), que não parece ser tão ruim (tirando o fato de escrever romances trágicos). Acho que a autora forçou um pouco nesse sentido.
Comecei a ler de tarde e virei a noite me deliciando com as aventuras apaixonantes da Anna. A Stephanie Perkins escreve de um modo muito divertido e com comentários que me fizeram morrer de rir.
A Novo Conceito fez um ótimo trabalho na capa e na diagramação (não encontrei nenhum erro gramatical), mas as falas dos personagens eram meio confusas. Alguns travessões estavam mal utilizados e fiquei tendo que adivinhar que falava tal coisa. Tirando isso, o livro é lindo e a editora merece parabéns!

Super Quotes(podem conter spoilers):

"Toph. Gosto do Toph, não do St. Claire. Porque tenho de ficar lembrando disso? (pág. 90)"


"Sei que ele está rindo, e meu coração acelera."
´

"E, mesmo que ele não queira dizer "eu quero largar a minha namorada e começar a namorar você, gatinha", algo vibra dentro de mim.(pág. 51)"

sábado, 23 de julho de 2011

RESENHA: Feios, do Scott Westerfeld


Recebi Feios através da minha primeira troca pelo skoob com a Nathi(do House of Chick), e devo dizer que adorei esse sistema! Já estou pensando aqui que outros livros livros voi disponibilizar para troca.
Acho que a história já é bem conhecida. O livro se passa em uma sociedade no futuro, onde todos passam por uma gigantesca cirurgia ao completar 16 anos, passando assim de feia para incrivelmente bela. Tally ainda é uma feia, que está contando os dias para o dia de seu aniversário, quando finalmente ganhará seu ‘presente’ e poderá se mudar para Nova Perfeição, onde seu amigo já transformado Peris a espera.
Porém, antes que o tão esperado dia chegue, Tally conhece Shay, uma menina que não pretende passar pela cirurgia e adora visitar lugares proibidos. Até que um dia ela desaparece, e Tally é obrigada a ir atrás dela, descobrindo assim um lugar totalmente diferente de todas as coisas que ela já havia imaginado.
Acho que é quase uma unanimidade que Scott Westerfeld é um gênio. Ele já escreveu inúmeros livros, um mais incrível que o outro. Suas histórias misturam diferentes elementos, sem transformá-las em algo exagerado. Além de Feios, já li outros dois livros dele(Tão Ontem e Midnighters) que também foram surpreendentemente bons. Tirando em alguns momentos, a narrativa deste autor é muito bem desenvolvida e promove uma leitura que flui maravilhosamente bem.
Já em relação aos personagens preciso mudar minha opinião. Tally é legal, mas alguns atos dela me deixaram extremamente decepcionada. Ela demora a perceber coisas óbvias e é muito ingênua.
Shay então, consegue ser muito pior! Ela é mimada, chata e muito irritante. Não se importa com o que acontecerá com os outros, e fica mudando de ideia toda hora.


Passei o livro inteiro comparando-o com Destino, da Ally Conde. Foi um livro que não me agradou muito, e tem muitas semelhanças com Feios. Os dois abordam a idéia de um futuro sem liberdade e opressor, com personagens que sempre apoiaram estes ideais. Mas a escrita é totalmente diferente, e acho que isso foi o grande diferencial, além do fato de que em Destino, o romance (ou, no caso, triângulo amoroso) é o tema que recebe mais destaque no desenvolver da história e é um pouco chatinho.
Tinha grandes expectativas em relação a Feios, e não estou decepcionada. Como todos os livros bons, a história termina em um desfecho inesperado e me deixou extremamente ansiosa para ler a continuação, Perfeitos.

Super Quote(atenção, pode conteer spoilers!)


"Tally sorriu com a lembrança. Preferia estar na expedição - encharcada, no frio, ao lado de Peris - a estar seca e aquecida naquela noite, mas sozinha." página 10.


" Já vi muitas jovens das cidades virem para cá. Você é diferente das outras. E é por isso... É por isso que você é linda, Tally" pág. 269


"Imediatamente, David a abraçou e puxou para mais perto. No frio da madrugada, ela sentia todo o calor do corpo dele. David era algo concreto e verdadeiro no mundo de incertezas em que Tally vivia." pág. 279

quinta-feira, 21 de julho de 2011

RESENHA: Eu fui a melhor amiga de Jane Austen, Cora Harrinson


Sabe aqueles livros que são uma fofura só, e dá vontade de ler, reler e ler mais uma vez de tão bonitinhos? Eu fui a melhor amiga de Jane Austen é um desses livros. Cora(a autora) é apaixonada pela Jane Austen, e por isso resolveu escrever um livro contando as aventuras que esta teve quando jovem.
O livro é um diário escrito por Jenny, que é a prima e melhor amiga de Jane. A autora explica no final do livro que Jenny realmente existiu, mas alguns fatos foram modificados ou acrescentados à história.
Jenny descreve as aventuras que as duas viveram durante o ano de 1791, quando ela morou por um tempo com a família Austen.
Como a histósia se passa no século 18, há muitas referências a costumes e curiosidades da época. Eu, pessoalmente, adorei as partes que falavam das técnicas de conquista e namoro. Constantemente a protagonista comentava sobre seu medo de não conseguir um marido que a ame e que possua uma boa conta bancária, e o dilema sobre casar ou não por dinheiro. Mas, ao contrário de alguns autores que dificultam a leitura ao criar diálogos e pensamentos monótonos, Cora transformou Jenny em uma menina incrivelmente carismática e encantadora.
Há também uma maravilhosa e detalhada descrição em relação à aparência dos 'cavalheiros' que tentam 'cortejar' Jenny, algo que eu achei muito divertido. Durante a história, a personagem depara-se com homens incrivelmente adoráveis e que a deixam mais confusa sobre seus sentimentos.
Eu apenas acho que o inicial romance entre Jenny e um dos personagens foi deixado muito de lado com o decorrer do livro, o que desvalorizou um pouco a história.

Eu fui a melhor amiga de Jane Austen não é um daqueles livros que te fazem refletir após o término da história, mas oferece uma leitura muito agradável e contém uma história surpreendentemente encantadora. Não precisa falar que, depois de ler o livro, estou ansiosa para ler alguma história escrita por Jane Austen. Preciso?

segunda-feira, 18 de julho de 2011

RESENHA: Linhas, Sophie Bennett


Me apaixonei por 'Linhas' desde que li o anúncio de lançamento. Afinal, tem capa mais fofa que essa?
Para quem não sabe, adoro moda, costuras e tudo que tem a ver com esse tema. Isso provavelmente contribuiu para que eu pulasse de alegria após finalmente conseguir comprar!
O livro fala sobre três amigas com 'hobbys' completamente diferentes. Nonie(que é a narradora do livro) adora moda, enquanto Edie quer salvar o mundo e Jenny estrelou um dos filmes mais badalados de Hollywood. Um dia elas conhecem Crow, que é uma menininha de 11 anos que se veste com tutus e asas de fada.
O especial é que esta garota tem um dom: ela consegue desenhar e costurar os mais maravilhosos vestidos. Inspiradas por Cow(que é uma refugiada da Uganda), elas resolvem ajudá-la para que possa realizar seus 'sonhos fashion'.
O livro é cheio de referências a estilos, tecidos e estilistas, sem esquecer de mencionar um pouco sobre as precárias condições vividas por refugados da guerra.
Mas, como nada é perfeito, acho que a autora se perdeu um pouco na hora de descrever Nonie. Inicialmente, tive a impressão que ela era realmente apaixonada por moda e queria criar suas próprias roupas. Mas , a medida que a história se desenvolve, a personagem se tornou praticamente uma secretária da Crow(que é um pouco mal-agradecida por tudo que as meninas fazem por ela)Talvez eu estou equivocada e entendi errado, mas acho que Nonie podia ter sido melhor desenvolvida.
Tirando isso, a leitura flui de modo muito bom, porque Nonie(felizmente) não é uma daquelas personagens que adora fazer monólogos dobre a vida.
O livro é uma série, que continua com Beads, Boys and Bangles e Sequins, Stars and Spotlights (não são nomes lindos???)

domingo, 17 de julho de 2011

RESENHA: Espiãs para Sempre, Ally Carter


Comecei esse livro sem saber exatamente o que esperar, pois ja havia lido resenhas positivas e negativas sobre ele.
Em 'espiã para sempre'(que é um nome muito nada a ver comparado ao original), Cammie está começando um novo ano na Academia Gallagher e está disposta a esquecer seu romance com Josh e parar de mentir/espionar. Mas suas promessas logo são quebradas ao ouvir acidentalmente conversas secretas de sua mãe, e como qualquer bom espião ela não pode evitar fazer algumas pesquisas. Ao que parece, a academia receberá hóspedes que complicam ainda mais a vida de Cammie.Principalmente um em especial...
Li o livro em apenas umas horas, mas a historia em si não me prendeu muito. assim como o primeiro livro, Cammie fica divagando consigo mesma em relação ao garoto novo, sem saber o que esperar e interpretar suas reações. Além disso, ela ainda não superou o Josh, e boa parte de suas ações são irritantes e nada à ver..
A leitura é boa, mas apenas para passar o tempo.É um típico livrinho para adolecentes apaixonadas, mas a história em si é previsivel demais =/

RESENHA: Elixir, Hillary Duff


Desde que foi anunciado o lançamento brasileiro de Elixir estou querendo lê-lo. Achei a resenha bem interessante e fiquei curiosa para saber como seria a escrita.

Clea é filha de um famoso cirurgião e de uma renomada senadora. Por isso sempre foi foco de atenção dos paparazzi. Após seu pai desaparecer misteriosamente, ela começa a ver imagens de um homem desconhecido em suas fotos, e começa a ter estranhos sonhos com ele. Ao se conhecerem, ela percebe que têm uma estranha ligação, e se sente loucamente atraída por ele.
Ao que parece, esse estranho homem é a chave para que ela descubra o paradeiro de seu pai, e muitos outros segredos que tem sido guardados através dos séculos.
Essa história de 'garoto/a encontra garota/o misterioso/a que possui segredos' não é uma grande novidade, mas nunca havia lido nada relacionado à fotos.
O livro em si é bom, porém um pouco cansativo. Diversas partes são divagações de Clea, que adora ficar conversando consigo mesma. Isso fez com que eu tivesse vontade de parar de ler, mas depois de algumas páginas a história se anima de novo.
Como grande parte das leitoras, fiquei muito decepcionada com o final. É comum os autores deixarem ganchos no fim para poderem escrever continuações, mas em Elixir a impressão que eu tive foi que estavam faltando páginas. Algumas coisas ficaram sem resposta e poucos dos mistérios do livro são explicados.
Mesmo assim recomendo a leitura(para quem gosta de coisas meio sobrenaturais, claro), e espero que na continuação(que ainda não foi lançada nos EUA e se chamará 'Devoted') conserte os errinhos deixados em 'Elixir'.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Resenha:Mignighters - Scott Westerfeld


"O dia não tem apenas 24 horas.
Ao menos não em Bixby,
uma cidadezinha no Oklahoma.
Lá, a meia noite, coisas
muito estranhas acontecem:
o tempo para, e ninguém se move...
Ou quase ninguém..."






Quando Jessica Day se muda para Bixby, a última coisa que imaginava era ser uma Midnighter. Durante uma hora toda noite, os darklings (seres muito antigos que criaram a Hora Secreta para sobreviver) ficam livres para se movimentar sobre a terra. Para a maior parte das pessoas, a 25° hora do dia passa em um segundo.Apenas um grupo de adolescentes sabem sobre a Hora Secreta, e podem se movimentar nele.

O problema é que os darklings, geralmente inofensivos, começam a atacar Jessica, querendo matá-la.Além disso, cada Midnighters tem um "dom", e o de Jessica é desconhecido.

FOi o primeiro livro do Scott que eu li, e não gostei tanto quanto imaginei que iria gostar. O início é lento, várias vezes tive vontade de simplesmente parar de ler. Depois de umas 100 paginas, o livro começa a melhorar, e o final é bem surpreendente, e deixa totalmente aquele gostinho de "quero mais".

Midnighters é o primeiro livro de uuma trilogia, que continua com Touching Darkness e BLue Noon

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Cabeça de Vento - Meg Cabot

Atualmente, não deve existir quase ninguem no mundo que não conheça a Meg Cabot. Seus livros são famosos no mundo todo, e são sucesso de venda em todas as livrarias.
Mas mesmo assim, eu não gosto muito dela. Ou, pelo menos, não gostava até pouco tempo atrás.
Bem, eu li "O ´Diário da Princesa" quando era bem pequena. Mas, aos poucos, comecei a achar os livros insuportáveis, e parei de ler a série no 6°-7° livro. O sétimo nunca terminei realmente de ler. Fiquei tão decepcionada com a autora que resolvi parar le ler os livros dela. Já houveram várias ocasiões que mudei de idéia e comprei seus livros( "Como ser Popular" e "Avalon High " estão entre meus livros preferidos), mas já fazia um tempão que não comprava um novo livro da Meg Cabot.
Até quinta- feira passada. Depois de ler tantas críticas boas de "Cabeça de Vento", achei que valia a pena tentar. E me apaixonei.
É bom saber que, depois de tantos livros lidos, ainda fico surpresa ao terminar alguns.
Me encantei com o livro e devorei suas páginas tão rápido que já estou pensando em encomendar o 2° da série em inglês.
A história é a seguinte:

Emerson Watts é uma nerd que tem nome de garoto, odeia populares e patricinhas, é apaixonada por seu único e melhor amigo chamado Christophere passa o dia inteiro jogando videogames. Mas tudo muda quando ela leva sua irmã na abertura de uma nova loja.
Após um acidente, ela acorda no corpo de Nikki Howard, uma modelo adolescente linda e super famosa. Assim, ela precisa aprender a conviver com o fato de que agora ela tem a vida de Nikki, mesmo ainda sendo Em por dentro.

O livro é maravilhoso, me surpreendi muito com ele. A história termina quase que do nada, fazendo com que os leitores sintam a necessidade de conseguir logo ler o segundo(e, consequentemente o terceito) livro da série.
A continuação se chama "Being Nikki" e depois vem "Runaway".

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Resenha: As sete Moedas - Guillaume Prévost



O segundo livro da série "O livro do tempo" é tão emocionante como o primeiro.
Após descobrir o paradeiro de seu pai desaparecido e começar a dominar a magia da pedra esculpida, Sam foca-se em recolher as 7 moedas necessárias para tornar-se o senhor do tempo, com o poder de viajar para qualquer época desejada. Mas parece que Sam não é o único nessa jornada: quem é o homem tatuado que vem seguindo ele? E o que é esse símbolo egípcio que persegue-o em todas as suas viagens?

Eu gostei muito do livro, podemos perceber que Sam está começando a desenvolver habilidades e conhecimentos que no 1° livro ele ainda não tinha. Ele está mais maduro, e acho que realmente percebeu o quanto a pedra esculpida e as moedas são poderosas.
Em algumas partes do livro, eu me irritei muito com Sam. Acho que algumas de suas ações foram meio precipitadas, e há situações em que eu agiria de forma totalmente diferente.

Sobre o 1° livro, "O livro do tempo.":


Allan Faullkner já está desaparecido há 2 semanas, e as coisas estão começando a sair do controle para Sam. Ao procurar pistas que o levem ao seu pai, Sam encontra uma pedra esculpida e um livro estranho escondidos no porão de sua casa. Esses objetos fazem com que ele viaje no tempo, tendo um papel importante na história desses lugares. Será que a pedra mágica tem algo a ver com o desaparecimento de seu pai?